Blog Política brasileira: informações que você não encontra na mídia tradicional

A situação política brasileira não está para otimismo. As informações jornalísticas sobre política só confirmam que o Brasil está desorganizado e sem controle. As votações deste ano serão inesquecíveis e fortemente influenciadas pela crise política do impeachment Dilma. Os desafios mudam a todo momento e não há espaço para respostas fáceis e análises detalhadas. O Blog da Política Brasileira apresenta-se nessa esfera com o propósito de publicar noticias da política brasileira e estimular as pessoas que estão online a acompanhar as notícias do dia e a compartir os debates e análises política.

Ter pensamento crítico e opinar sobre política no Brasil

A internet é o que há de mais destaque para a comunicação nas eleições 2016. De acordo com Marcelo Vitorino, criador aqui do Pergunte ao Urso e colunista político do Blog da Política Brasileira, a reforma política que trata a Lei nº 13.165/2015 vai abalar profundamente o estilo de produzir campanha política no Brasil, levando o leitor online a exigir muito mais do que ensaiados discursos. Se você não consegue diferenciar nos discursos a política da politicagem, acompanhe o Política Brasileira. Os artigos exclusivos e a cobertura política mostram o que eles dizem e o que você precisa saber.

Últimas notícias do Brasil

No Blog da Política Brasileira, é possível ler e tirar artigos exclusivos, que mostram não somente o que eles dizem, mas exatamente o que você precisa saber para diferenciar o que é política do que é politicagem.

O blog Política Brasileira não substitui os canais de notícias, ele preenche o vazio deixado por Noblat e Paulo Henrique Amorim, com uma natureza de textos mais analítica da perspectiva do País.

O espaço é composto pelos colunistas Carlos Eduardo Bellini Borenstein, André Gustavo, Antonio Augusto de Queiroz, Benicio Schmidt, Francisco Baker, Cristiano Nogueira, Isaac Roitman, Marcelo Rech, Itamar Garcez, José Negreiros, Marcelo Vitorino, Thiago de Aragão, Murillo de Aragão, Paulo Delgado, Lucas de Aragão, Rildson Moura, que falam sobre a temperatura política no Brasil, o que muda com a reforma tributária e análises das notícias sobre política, com artigos, clipping, opinião e entrevistas.

Há um grande percurso para fortalecer a participação social da nossa população. Uma das possibilidades ainda é o de fomentar a inclusão política, que resulta numa sociedade pensante e com opinião política. Afinal, os pepinos da democracia devem ser solucionados com mais democracia. Como diria o mestre em Ciência Política e colunista Murillo de Aragão, não custa desejar.

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A política brasileira e sua crise em 2016

A situação política no Brasil não está otimista. As notícias sobre política nos garantem que a política do Brasil está desorganizada e sem controle. As eleições serão marcadas pela crise que a política do brasil vem passando. Os desafios para o próximo período são gigantes e não há tempo para ciências políticas e respostas fáceis. O Blog da Política Brasileira surge nessa situação com o propósito de levar noticias da política brasileira e convidar o leitor para participar dos debates, análises política e noticias do dia.

Entender sobre política no Brasil

A internet está em moda nas eleições brasileiras. A reforma política que trata a Lei nº 13.165/2015 vai mexer na forma de produzir campanha política no Brasil, levando o interator a exigir muito mais do que discursos treinados. No Blog da Política Brasileira, é possível ler artigos exclusivos, que mostram o essencial para escolher corretamente os candidatos nas eleições 2016.

Últimas notícias do Brasil

O Blog da Política Brasileira é o meio ideal para conseguir informações objetivas e distintas da mídia tradicional.

O Política Brasileira não compete com outros canais de notícias, ele ocupa uma área que foi aberta por Paulo Henrique Amorim e Noblat, num cunho mais analítico.

O espaço é composto pelos colunistas Marcelo Vitorino, André Gustavo, Antonio Augusto de Queiroz, Benicio Schmidt, Carlos Eduardo Bellini Borenstein, Itamar Garcez, Cristiano Nogueira, Francisco Baker, Isaac Roitman, José Negreiros, Lucas de Aragão, Marcelo Rech, Murillo de Aragão, Antonio Augusto de Queiroz, Paulo Delgado, Rildson Moura e Thiago de Aragão, que oferecem artigos, análises, opinião, entrevistas, clipping de notícias sobre política, oposição política, economia no Brasil e reforma tributária no Brasil.

Ainda há bastante para prosperar na consolidação da participação social e política da nossa população. Uma das formas capazes é o de alavancar a inclusão política para criar uma população com opinião política. As dificuldades da democracia devem ser resolvidos e articulados com democracia. Não custa desejar.

Como fazer campanha política na internet?

Não há dúvidas que a eleição 2016 será marcada pelo uso profissional da internet,  que tem feito especialistas em marketing e comunicação investirem em curso de marketing político digital, pois há diferenças importantes e estratégias entre vender um produto e promover um candidato nos meios digitais.

Marcelo Vitorino, consultor de marketing professor de estratégias digitais e marketing eleitoral digital na ESPM-SP e IESB-Brasília, destaca que “o eleitor conectado não quer discursos ensaiados, conversa fiada ou frases motivacionais. Ele quer saber o que o político pensa sobre a descriminalização da maconha, da legislação sobre o aborto, da definição de família e de qualquer outra pauta que altere a vida da sociedade”.

Segundo Vitorino, em uma campanha eleitoral tradicional, o medo de perder votos de certos segmentos faz os candidatos fugirem dos temas polêmicos o máximo que podem, só tocando neles quando a mídia assim exige. “Na internet, se o candidato quiser ter militância será obrigado a se comprometer com algumas pautas. O eleitor conectado é muito mais crítico e exigente, para conquistá-lo só há um caminho: transparência”.

Marketing político eleitoral e planejamento

O fim do financiamento empresarial é o primeiro sinal de que o candidato e os profissionais de campanha eleitoral devem rever seu conceito de marketing político.

O candidato que quiser ter êxito na eleição 2016, seja para o cargo de prefeito ou de vereador, precisará arregaçar as mangas desde já e planejar, mês a mês, até junho do ano que vem, todos os seus passos.

A internet deverá ser utilizada com mais profissionalismo, pois trata-se do melhor meio de comunicação com apoiadores e com a base. Ter um site ou uma página no Facebook e publicar fotos no Instagram pouco significa quando a meta buscada é o engajamento de eleitores.

“Será preciso mudar o mapa mental de como fazer uma campanha eleitoral. Hoje o importante é definir o foco de atuação, produzir conteúdo relevante, ir atrás do público e engajá-los de forma a obter votos e militância. Estes temas são os que mais atraem alunos para os cursos de marketing eleitoral digital”, afirma Vitorino.

Aprenda como fazer planejamento de campanha política digital

Em seu curso de marketing político digital, Vitorino apresenta dados de uma pesquisa realizada por sua empresa que mostram que “o eleitor conectado não quer discursos ensaiados, conversa fiada ou frases motivacionais. Ele quer saber o que o político pensa sobre a descriminalização da maconha, da legislação sobre o aborto, da definição de família e de qualquer outra pauta que altere a vida da sociedade”.

As novas regras mudam totalmente o planejamento de campanha eleitoral. No modelo anterior de marketing político havia muito dinheiro disponível, o que muda em 2016. Metade de todo o investimento era destinado à televisão e o tempo de exposição do candidato era limitado ao período eleitoral, inferior a 120 dias.

Com pouco dinheiro, as campanhas precisam se reinventar e, desde já, colocar o carro na rua, dada a liberação da exposição dos candidatos. O investimento, que antes se concentrava em dois meses, e que na eleição 2016 será muito menor, precisará ser alocado em, no mínimo, seis meses. Será muito difícil para os candidatos investir em militância paga, o que era uma prática muito comum nas campanhas brasileiras”, afirma Vitorino.

O que eu acho sobre descriminalizar a maconha? Qual era mesmo a pergunta?

Tá servido?

Tá servido?

Vi, dia desses, um vídeo sobre a maconha. História, atributos econômicos e muito mais. Fiquei impressionado com o potencial econômico da “mardita” e passei a questionar a sua não regulamentação, enquanto fibra têxtil, papel, alimento, terapia e, por que não, alternativa ao álcool, cigarro e outras drogas mais perversas. Relatos informam seus efeitos prodigiosos para um sexo do bão. Amigo Urso, você tem opinião formada sobre isso? Edu Pit

Leia a resposta no novo Pergunte ao Urso, clique aqui.

Kassab também pergunta ao Urso! O prefeito de SP é um dos nossos!

Eu estou nessa mesa!

Eu estou nessa mesa!

Caros leitores, por essa nem eu esperava, na última quinta-feira estive presente em um bate papo com o atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. O convite não foi individual, outros blogueiros também estavam presentes e o objetivo da reunião era discutir o papel dos blogs na interação da população com os serviços públicos.

Sei que esse assunto não tem muito a ver com o foco deste blog, mas não podia deixar passar. Também não vou me alongar porque sei que boa parte dos leitores é de fora de São Paulo, o que os deixa deslocados do assunto.

O fato de Kassab ter chamado o Pergunte ao Urso para essa mesa redonda só vem a comprovar que bobo ele não é, temos uma audiência razoável e, vocês, leitores, são um público seleto, distinto e formador de opinião. Continue lendo

O que é política assistencialista? E ainda tem vagabundo que não sabe o que é!

Vagabundo

Bom dia, preciso fazer um trabalho de faculdade que envolve política assistencialista, procurei no Zé Moleza e não entendi, por favor me explique o que é?

Existem muitas explicações para uma questão como essa que anda muito na moda em alguns países, principalmente naqueles onde residem pessoas ricas. Você não leu errado, nem eu fiquei sem juízo, é isso mesmo, aqui, por exemplo, deve ter muito rico. Só pessoas mais abastadas aceitariam pagar impostos tão altos.

Mas, voltando ao assunto principal, para que você, caro leitor, entenda mais rapidamente a questão, política assistencialista é aquela que o trouxa do seu pai propaga sustentando, com dinheiro alheio, um filho vagabundo que não estuda.